Sinto-me bem na escuridão
Amo o silencio e tudo o que não tem vida,
Amo o silencio e tudo o que não tem vida,
Recito versos a dor,
E valso com a agonia
e juntos formamos um par perfeito
Nos parcos da fantasia.
Embriagado de ilusão
Navego de contra partida
Num mar sutil e sem cor
De uma eterna despedida.
E traindo a agonia
Caso-me com a solidão
Numa noite triste e nebulosa
No templo da ingratidão.
Finamente encontrei o que tanto buscava!
Um amor fiel e singelo
Na solidão, que de braços abertos
Sempre me esperava,
Eu tolo não percebia
E valso com a agonia
e juntos formamos um par perfeito
Nos parcos da fantasia.
Embriagado de ilusão
Navego de contra partida
Num mar sutil e sem cor
De uma eterna despedida.
E traindo a agonia
Caso-me com a solidão
Numa noite triste e nebulosa
No templo da ingratidão.
Finamente encontrei o que tanto buscava!
Um amor fiel e singelo
Na solidão, que de braços abertos
Sempre me esperava,
Eu tolo não percebia
Pois a esperança me cegava ...
Rubens Santos do Nascimento é estudante de Letras do IESPA
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