
U m levantamento realizado pelo Laboratório de Arqueologia e Paleontologia (LABAP) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e por membros da Sociedade Paraibana de Arqueologia (SPA) revela que a Paraíba possui atualmente cerca de 400 sítios arqueológicos cadastrados, espalhados pelos 223 municípios do Estado. Apesar de expressivo, um outro dado porém tem chamado ainda mais a atenção dos pesquisadores paraibanos: quase todos os locais já foram vítimas da depredação humana. A degradação tem preocupado pesquisadores do assunto, que já acionaram o Ministério Público.
Segundo os arqueólogos, os moradores das comunidades e visitantes de onde estão os vestígios arqueológicos estão atacando os locais com pichações, falsas gravuras e até mesmo explodindo as rochas onde se encontram a maior parte do material. No município de Ingá, Agreste do estado, por exemplo, a devastação das Itacoatiaras tem angustiado os defensores da arqueologia paraibana.
“Fizemos três denúncias junto ao Ministério Público Federal e espero que o órgão faça sua parte e em um curto espaço de tempo nos dê um retorno, porque a situação do Ingá é terrível. Identificamos muitas novas gravuras feitas por vândalos e é preciso promover um longo processo de educação patrimonial nas pessoas”, lamentou o professor universitário e arqueólogo Juvandi Santos, que é um dos coordenadores das pesquisas feitas pela UEPB.
Situação semelhante, de acordo com o estudioso, vive o ‘Parque da Boca’, na cidade de Araruna, no Curimataú do Estado; o Vale dos Dinossauros, na cidade sertaneja de Sousa; e cemitérios indígenas espalhados pela Serra do Bodopitá, município de Queimadas, no Agreste.
A depredação é tão grande que há dois anos, o Laboratório de Arqueologia da UEPB deu início a uma pesquisa para identificar o ‘mapa da destruição’ dos sítios arqueológicos paraibanos, e em 29 locais visitados foram encontradas ações de depredação em todos eles. “Todos estavam depredados com escavações clandestinas, grafitagem e raspagem. A única exceção, que não entrou nesse estudo, e que temos na Paraíba é o Lajedo de Pai Mateus, no município de Cabaceiras, porque o proprietário cuida da área como se fosse um filho”, disse Juvandi Santos.
Dos 400 sítios apenas cinco deles já foram trabalhados em profundidade pelos arqueólogos: O ‘Serra Branca I’ em Vieirópolis; o ‘Pinturas I, em São João do Tigre; o ‘Sítio Furno dos Ossos’, em São João do Cariri; o Sítio do Capim, em São Vicente do Seridó (Seridó); e o Sítio Cabaças I, aldeamento localizado em Cuité.
Para o professor de história e morador da cidade de Ingá, Ricardo Nascimento, “a população não conseguiu absorver ainda o valor científico e turístico do lugar, porém, a depredação do lugar se dá pela ação de visitantes”.Segundo os arqueólogos, os moradores das comunidades e visitantes de onde estão os vestígios arqueológicos estão atacando os locais com pichações, falsas gravuras e até mesmo explodindo as rochas onde se encontram a maior parte do material. No município de Ingá, Agreste do estado, por exemplo, a devastação das Itacoatiaras tem angustiado os defensores da arqueologia paraibana.
“Fizemos três denúncias junto ao Ministério Público Federal e espero que o órgão faça sua parte e em um curto espaço de tempo nos dê um retorno, porque a situação do Ingá é terrível. Identificamos muitas novas gravuras feitas por vândalos e é preciso promover um longo processo de educação patrimonial nas pessoas”, lamentou o professor universitário e arqueólogo Juvandi Santos, que é um dos coordenadores das pesquisas feitas pela UEPB.
Situação semelhante, de acordo com o estudioso, vive o ‘Parque da Boca’, na cidade de Araruna, no Curimataú do Estado; o Vale dos Dinossauros, na cidade sertaneja de Sousa; e cemitérios indígenas espalhados pela Serra do Bodopitá, município de Queimadas, no Agreste.
A depredação é tão grande que há dois anos, o Laboratório de Arqueologia da UEPB deu início a uma pesquisa para identificar o ‘mapa da destruição’ dos sítios arqueológicos paraibanos, e em 29 locais visitados foram encontradas ações de depredação em todos eles. “Todos estavam depredados com escavações clandestinas, grafitagem e raspagem. A única exceção, que não entrou nesse estudo, e que temos na Paraíba é o Lajedo de Pai Mateus, no município de Cabaceiras, porque o proprietário cuida da área como se fosse um filho”, disse Juvandi Santos.
Dos 400 sítios apenas cinco deles já foram trabalhados em profundidade pelos arqueólogos: O ‘Serra Branca I’ em Vieirópolis; o ‘Pinturas I, em São João do Tigre; o ‘Sítio Furno dos Ossos’, em São João do Cariri; o Sítio do Capim, em São Vicente do Seridó (Seridó); e o Sítio Cabaças I, aldeamento localizado em Cuité.
fonte : jornaldaparaiba.globo.com
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