O Pintor se Foi e Ficou a Nostalgia



Ao passa pela casa do pintor Jason Moraes, maior pintor da cidade o que vejo

É triste, vejo seus quadros não mais sendo pintados.

Vejo também o pincel parado em algum lugar servindo de lugar para uma aranha fazer sua teia, vejo também o cavalete vazio e no chão telas brancas, ansiado para serem pintadas.

Mais não, Jason esta sentado e compenetrado no computador fazendo seu texto pra o caverna. As letras roubaram a paixão de Nanau, para que pintar. Que pensar que pincel e tintas são coisas do passado, a modernidade me mostrar que agora é vez do computador onde tudo é rápido escreve um texto aqui, e em pouco tempo ele já estará rápido no blogger num disquete e na Caverna das Idéias.

Mais por dentro bate aquele desejo de acreditar que as cores são mais singela que as palavras.
Sei que este surto de letras não ira fazer com que o pintor não volte a pintar Deus.
Nanau a cidade, ou melhor, nós que somos os verdadeiros apreciadores de sua arte, pedimos volte a pintar não faz mais isso com a gente.




Humberto Filho é o poeta de NATASHA

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